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tecnologia e transformação social

Desde 2001, o Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, já investiu mais de R$ 200 milhões em educação e cultura no Brasil. São diversos programas, como o NAVE, Tonomundo, Conecta. Todos com o objetivo de inclusão digital, o aprendizado tecnológico e o desenvolvimento social. Confira a entrevista com a Diretora de Educação Samara Werner e saiba como a educação e a cultura são fatores de transformação social.

Conexão Professor (CP) - Como o OI Futuro avalia a parceria da educação com a tecnologia?

Samara Werner -
A gente acredita que a tecnologia é um meio para transmitir conhecimento e alcançar um número maior de alunos e professores. É um fenômeno do mundo contemporâneo que interliga as pessoas e permeia as relações. Por isso, a escola, que tem o papel de formar futuras gerações, não pode ficar à parte desse fenômeno. O OI Futuro trabalha há oito, nove anos com pesquisas e desenvolvendo tecnologias que podem ser agregadas ao dia a dia da sala de aula.

CP - Muito se fala sobre inclusão digital. Quando realmente acontece a inclusão?

Samara Werner -
Existem vários projetos em que a tecnologia é um apêndice, e que ainda não faz parte do ensino, do processo de aprendizagem. O que a gente busca no NAVE, no Cícero Dias em Recife, no Tonomundo, que integra cerca de 400 escolas, no Conecta Educação, é descobrir como capacitar o aluno, o que podemos fazer daquele letramento digital. O OI Futuro procura entender como a tecnologia funciona a favor da educação, do desenvolvimento profissional dos jovens. Para isso, investimos em educação a distância, usamos games na educação, além de termos TVs digitais em sala.

CP - O modelo de escola encontrado no NAVE é o modelo de escola do futuro?

Samara Werner -
Para mim, o NAVE é um modelo de escola do futuro. Tanto que ele está sendo pesquisado por instituições de várias partes do mundo, como Portugal e Alemanha. Estou super orgulhosa de ter essa escola no Rio de Janeiro. A juventude, o ensino médio, interage com a tecnologia o tempo todo. Em pesquisas, levantamos que 89% dos alunos têm celular, acessam internet em lan houses. Por isso, a escola não pode ficar de fora.

CP - Podemos dar aulas de Arte associadas à tecnologia?

Samara Werner -
Existem vários programas que permitem que os alunos desenhem diretamente do computador. Ele não precisa mais desenhar à mão. Eles podem trabalhar a fotografia, inserir o seu recorte naquela imagem, imprimir o seu olhar. Mas acho que, principalmente, as tecnologias novas permitem a democratização da arte, não só do ponto de vista da formação, mas também da produção. Eles podem produzir vídeo arte.

Vários museus no mundo inteiro colocam seu acervo disponível na internet. Os alunos podem fazer estudos aprofundados sobre Picasso e sua obra. Acho incrível que uma exposição que esteja no MoMa possa ser visitada por um aluno pela internet. Antigamente, os catálogos eram restritos para poucos. Fizemos um trabalho com a equipe do Parque Laje muito bom. Os alunos começaram a fotografar para produzir via celular, na web.


CP - Com as novas tecnologias, a demanda por profissões que não existem é inevitável. O Oi Futuro tem projetos voltado para a formação profissional do futuro?

Samara Werner -
Essa é uma das bases do NAVE. Já desenvolvemos três cursos que não existiam. Dizem que muitas profissões do futuro ainda não existem. Então trabalhamos o entendimento do mundo contemporâneo do jovem para essas novas profissões.

Temos o programador de games, que em nível técnico não existia. Temos também o roteirista digital, com foco em interatividade. Os atuais roteiros de TV e cinema são lineares, não servem para a web. Outros exemplos são os especialistas em manipulação multimídia, os desenhistas de som, voltados só para games, o criador de imagens.

Se a gente puder trabalhar na nossa vida com o que a gente gosta será maravilhoso. Por isso, investimos em cursos novos que dão conta dessa cadeia produtiva digital. E os alunos adoram.

CP - Investir em educação é...

Samara Werner –
O único caminho para a gente sair do Brasil que temos para o Brasil que queremos.














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